Esquerda Caviar 1

Sejamos francos e sinceros, quando o assunto é hipocrisia, absolutamente ninguém ganha da esquerda. A esquerda — além de ser absolutamente repulsiva e degradante na questão moral — é simplesmente a coisa mais hipócrita que existe. Como movimento político, não passa de um grupo de militantes mimados, arrogantes e prepotentes, que resmungam constantemente contra a burguesia, mas veneram, idolatram e bajulam políticos absurdamente ricos. É fundamental entender que a esquerda se opõe apenas aos ricos da iniciativa privada, mas tem verdadeira adoração pelos ricos do estado. 

Hoje, a maioria das pessoas na República Federativa do Brasil que são ricas estão diretamente ligadas ao estado. No Brasil contemporâneo, qualquer funcionário público que ganhe um salário superior a cinco mil reais pode ser incluído entre os 10% mais ricos da população. 

A esquerda vive falando, por exemplo, que se opõe à concentração de renda e à desigualdade. Não obstante, esses dois problemas são causados justamente pelo estado. Para começo de conversa, o estado é o maior concentrador de renda que existe. 

O estado, por exemplo, paga salários demasiadamente exorbitantes aos seus funcionários. Deputados ganham ordenados de 34 mil reais por mês — além de inúmeros privilégios e benefícios adicionais, como auxílio-moradia e auxílio-paletó —, desembargadores ganham salários de cem mil reais e juízes ganham dividendos de até seiscentos mil reais mensais. No mês de novembro de 2019, uma juíza de Pernambuco recebeu um ordenado que superou o valor de um milhão de reais. Na verdade, temos o judiciário mais caro do mundo e o segundo congresso mais caro do mundo. Mas é claro que a esquerda jamais expõe essa situação; afinal de contas, vai contra a sua narrativa ideológica. 

Aí também temos a questão da geração da desigualdade — que a esquerda em toda a sua sórdida e depravada hipocrisia afirma tanto combater. A desigualdade só existe porque o estado pratica salários absurdos, desproporcionais aos que são praticados na iniciativa privada. 

O estado também concentra renda de outras formas — o aparato governamental, através de excessivas regulações arbitrárias, concede protecionismo a algumas grandes corporações, para que se tornem monopólios onipotentes no mercado em seus respectivos  segmentos. Foi o que aconteceu, por exemplo, com a JBS, empresa dos  famigerados irmãos Wesley e Joesley Batista, que compraram favores do governo para terem o monopólio do mercado de carnes no Brasil. 

É fundamental entendermos que nunca existiu livre mercado no Brasil. Aqui, grandes corporações sempre compraram favores do estado, financiando campanhas políticas de demagogos sádicos, depravados e oportunistas. Estes, por sua vez, quando chegavam ao poder, legislavam em favor das corporações que os colocaram lá, concedendo privilégios diversos aos seus protegidos, como regulações protecionistas e verbas de bancos estatais como o BNDES. Foi exatamente isso o que aconteceu com a JBS, situação que se repetiu com outras corporações, como Camargo Correa, Odebrecht e OAS.

Como Adib Jatene — que foi ministro do governo Collor — falou certa vez, “no Brasil as empreiteiras definem a prioridade do estado”. Uma frase que, apesar de concisa, expressa tudo o que precisamos saber sobre o estado brasileiro e seu sistema de prioridades.  

Foi isso que fez também a Delta Construções, conglomerado do corrupto Fernando Cavendish, que arquitetou juntamente com Carlinhos Cachoeira um plano muito bem elaborado, onde eles compravam inúmeros políticos, que por sua vez priorizavam a empresa em licitações fraudulentas, para obter concessões para a construção de obras públicas em nível municipal, estadual e federal. As obras, é claro, eram todas superfaturadas. Durante a presidência de Fernando Cavendish, a Delta Construções aumentou em vinte vezes o seu patrimônio. O esquema fraudulento foi desbaratado pela polícia federal na Operação Saqueador

A verdade, expressa de forma clara e objetiva, mostra que quanto mais poder o estado tem, mais corrupto ele será. Esquerdistas, no entanto, vivem em um mundinho de fantasias utópico e agridoce; imaginam que burocratas são pessoas puras, benévolas, sacrossantas e altruístas, que possuem incomensurável amor pela humanidade, e jamais ousariam demonstrar inclinações egoístas ou maledicentes. Em sua ingenuidade, esquerdistas são completamente incapazes de compreender que — como já dizia John Dalberg-Acton — “o poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente”. Pessoas que estão em posição de poder vão abusar desse poder. Isso é algo inevitável. 

Não obstante, a verdade é que a esquerda jamais denuncia a verdadeira natureza do estado porque isso depõe contra a sua narrativa tóxica, hostil, tirânica e violenta. Como o desejo dos esquerdistas é dominar as pessoas, eles jamais irão revelar a verdade sobre as suas nefastas e despóticas intenções. 

A esquerda é vil, tirânica, maligna, totalitária. Mas acima de tudo, é absurdamente hipócrita. Prova disso é que os militantes se opõem aos ricos da iniciativa privada, mas jamais se opõem aos ricos integrantes da aristocracia estatal, que enriquecem por serem parasitas da máquina pública. Ou seja, a esquerda é contra os ricos que fazem fortuna como agentes ativos e produtivos que atendem a demandas genuínas no mercado. Não obstante, eles são capachos subservientes e idólatras de parasitas que fazem incomensurável fortuna como parasitas do estado. A esquerda é um movimento de estadólatras que se prestam a lamber a bunda e os sapatos de políticos e burocratas absurdamente ricos.   

Como Roberto Campos já dizia, “Nossas esquerdas não gostam dos pobresGostam mesmo é dos funcionários públicos.” E acima de tudo, gostam da pobreza alheia, pois exploram um discurso populista que os permite chegar ao poder; e lá estando, enriquecem avidamente enquanto empobrecem ainda mais pobres, explorando de forma aviltante as suas desgraças enquanto culpam o capitalismo — que nunca existiu de fato aqui no Brasil — pelos problemas que infestam a sociedade. Problemas esses que são todos causados e potencializados pelo estado.  

A esquerda é uma desgraça aviltante e maléfica. Hoje, o que mais existe são pessoas absurdamente ricas — especialmente atores, cantores e celebridades — que são de esquerda. Pessoas que buscam dificultar a ascensão financeira e social dos pobres através da sádica e exprobatória burocracia estatal. O que essas celebridades, tanto quanto seus líderes populistas querem, é soterrar os pobres na mais absoluta e degradante pobreza, para manter sempre uma base eleitoral que lhes dê capital político para chegar ao poder.

A esquerda caviar é uma desgraça para a humanidade. É Um movimento dos ricos, para os ricos pelos ricos. De parasitas que querem ficar ricos através do estado, e que se associam  a corporativistas e celebridades ricas que querem verbas e subsídios do estado. A parcela da população que os apoia são de pessoas ingênuas e burras que foram completamente doutrinadas.

Como o estado sabe que boa parte da população não possui instrução — e são totalmente destituídos de inteligência e capacidade de raciocínio —, os depravados degenerados da esquerda política sabem perfeitamente que doutrinar a manada é muito fácil, já que tratam-se de pessoas sem capacidade intelectual para oferecer resistência à doutrinação ideológica. 

Enfatizo aqui que o psiquiatra Lyle Rossiter considera o esquerdismo um transtorno mental. Nada mais verdadeiro. A esquerda política na verdade não passa de um ajuntamento que reúne os piores tipos que existem na sociedade humana — vagabundos depravados desesperados para enriquecer através do estado, demagogos populistas obcecados por poder e controle, estadólatras covardes com medo da vida e da realidade e militantes histéricos infantilizados que não sabem fazer bosta nenhuma com suas vidas medíocres e insignificantes, a não ser venerar deus-estado e papai-governo.   

A esquerda é uma grande aglomeração de desajustados, fracassados, psicopatas e parasitas narcisistas que nunca produziram absolutamente nada na vida. Para a sociedade humana evoluir e se desenvolver, a esquerda precisa urgentemente desaparecer. 

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