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Jamais seríamos apologéticos de países como Irã, uma teocracia islâmica, ou Coreia do Norte, uma ditadura marxista-leninista, mas é necessário entender porque os Estados Unidos implica tanto com esses países. E não é porque são regimes autoritários.

Quando os Estados Unidos e seus representantes da Casa Branca afirmam que desejam lutar pela “liberdade” ou pela “democracia” de países como a Coreia do Norte, podemos entender inequivocamente todas as declarações dessa natureza como manifestações da mais sórdida hipocrisia e do mais degradante e dissimulado oportunismo.

Não obstante, existem idiotas úteis que acreditam que o governo americano é um oásis de “benevolência” e “boas intenções” e está sempre disposto a ajudar quem precisa.

Irã, Coreia do Norte e Síria são os únicos países do mundo que não tem um banco americano. Esse é o verdadeiro problema. É isso o que deixa o sistema financeiro internacional — do qual o governo americano não passa de um fantoche — terrivelmente enfurecido. Eles querem escravizar essas pessoas nesses países também, assim como escravizam o resto do mundo.

Após o 9/11, a política de ser um representante da paz imparcial no Oriente Médio começa a mudar e claramente os EUA passam a dar suporte inquestionável às agressões de Israel, o que veio arruinar ainda mais a confiança no acordo do Petrodolar, e mais nações produtoras de petróleo começaram a dizer abertamente que negociariam o seu produto com outras moedas globais.

Na Líbia, Muammar Kadafi havia instituído um banco central estatal e uma moeda comercial com base em valor, o dinar de ouro. Kadafi anunciou que o petróleo da Líbia estava à venda, mas somente em dinar de ouro. Outras nações africanas, vendo a ascensão do dinar de ouro e do euro, enquanto o dólar dos EUA declinava pela inflação forçada, debandaram para a nova moeda comercial da Líbia. Este movimento tinha o potencial de prejudicar seriamente a hegemonia global do dólar. O presidente francês, Nicolas Sarkozy, conforme reportado, chegou a ponto de declarar a Líbia como uma “ameaça” para a segurança financeira do mundo. Assim, os Estados Unidos invadiram a Líbia, e brutalmente assassinaram Kadafi (a lição de linchamento de Saddam não foi o suficiente como uma mensagem, aparentemente), impuseram um banco central privado, e retornaram a venda do petróleo da Líbia apenas em dólares. O ouro que era para lastrear o dinar de ouro desapareceu.

Segundo o general Wesley Clark, o plano mestre para a “dolarificação” das nações petrolíferas incluía sete alvos: Iraque, Síria, Líbano, Líbia, Somália, Sudão e Irã (Venezuela, que se atreveu a vender o seu petróleo para a China por Yuan, foi adicionada posteriormente). O que é notável sobre as sete nações originalmente alvos dos EUA é que nenhuma delas é membro do Bank for International Settlements, o banco central dos banqueiros privados, localizado na Suíça. Isso significa que essas nações estavam decidindo por si mesmo como dirigir as economias de seus países, ao invés de se submeterem aos bancos privados internacionais.

Agora, a mira dos banqueiros esta virada para o Irã, que se atreve a ter um banco central do governo e a vender o seu petróleo pela moeda que escolher. A agenda da guerra é, como sempre, forçar o Irã a vender o seu petróleo apenas em dólares e forçá-los a aceitar um banco central privado.

Tudo que existe no mundo pertence basicamente a duas famílias, Rothschild e Rockfeller. Eles controlam tudo o que existe através de organizações nefastas e espúrias, projetadas exclusivamente para atender aos seus sórdidos interesses iníquos, como a Comissão Trilateral e o Grupo Bilderberg.

Todo o sistema financeiro internacional é deles, todo o sistema bancário pertence a um grande oligopólio totalmente controlado por eles.

Eles simplesmente detestam ver povos independentes e autossuficientes. A maior vontade deles é desmantelar esses países e integrá-los ao sistema financeiro internacional para escravizá-los também.

Assim que o mundo estiver perfeitamente integrado, eles planejam implodir o atual sistema para implementar uma única moeda digital que será de uso comum para todas as nações.

Os representantes dessa máfia criminosa estão presentes em praticamente todas as organizações que existem ao redor do globo terrestre, incluindo os bancos centrais das principais economias do mundo.

James Rickards — durante uma entrevista concedida a uma rede de televisão norte-americana — falou: “Mais de 189 agentes de elite lentamente ocuparam posições de liderança. Eles agora são ou sentam-se perto do presidente do FMI, do Banco Mundial e até mesmo do nosso próprio Federal Reserve.

Eles também controlam muito do que acontece nos bancos centrais da China, Rússia, Índia, Brasil, Canada e Europa. Essas instituições formam uma espécie de superestrutura global. É como se fosse uma rede cercando todas as nações. Seus líderes não são democraticamente eleitos, eles não são responsáveis perante você e eu. Eles estão além do alcance do governo e dos cidadãos. E assim, eles mantém o destino do sistema financeiro global em suas mãos.

Para ter uma ideia de como eles operam, imagine uma matriz de esferas flutuantes. Uma esfera é rotulada como FMI, uma é rotulada FED, uma é rotulada Bilderberg, uma é rotulada Wall Street, uma é rotulada de bancos centrais, uma delas é rotulada Agências de Inteligência, uma delas é chamada de Mídia, e assim por diante. As Elites habitam todas essas esferas. Independentemente da esfera em que habitam, as elites compartilham a mesma visão: uma ordem mundial, uma tributação mundial e uma moeda mundial. Todas as suas ações são voltadas para avançar com essa visão.”

O mundo todo pertence a essas malignas organizações criminosas. A nossa única opção é resistir e lutar até o fim. O real valor do conflito, o verdadeiro valor está na dívida que ele cria. Você controla a dívida…você controla tudo. Vocês acham isso perturbador, não é? Mas essa é a própria essência da indústria bancária. Fazer de todos nós, sejamos nações ou indivíduos escravizados pela dívida.

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