A geração floquinho de neve literalmente se ofende por qualquer coisa. Quando os militantes se sentem feridos ou contrariados, lá vão eles espernear e resmungar nas redes sociais. Enquanto o mundo não se transformar naquela “maravilhosa” e “radiante” utopia igualitária — que não passa de um vulgar artifício debaixo do qual a militância tenta ocultar toda a inveja, ressentimento, incompetência e medo que eles tem com relação a vida e o mundo real —, eles vão persistir com os seus textões nas redes sociais, que são sempre todos iguais, superficiais, sentimentais, redundantes e completamente destituídos de profundidade e conteúdo relevante, onde eles choram em profusão e se lamentam por um monte de coisas, como os eternos bebês chorões que de fato são. Realmente, são criancinhas que só conseguem se sentir seguras quando são amparadas pelos seus ricos e aristocráticos políticos de estimação.

Algumas dessas pessoas estão precisando urgentemente crescer e se desenvolver. Outras realmente são representativas de casos mais graves, e deveriam ser compulsoriamente internadas em instituições psiquiátricas. Não obstante, dentre as características mais preponderantes que militantes progressistas frequentemente apresentam podemos citar a histeria e a irracionalidade. Comportam-se sempre como criancinhas histéricas, como pirralhos mimados e agressivos que ficam irritadinhos quando alguém ousa discordar deles, contrariando ou desmantelando com argumentos racionais e fatos históricos as “certezas absolutas” que eles possuem, e que lhes foram inseridas por algum professor progressista que nunca lhes passou conhecimento factual, apenas imunda e persistente doutrinação política.

Sempre prepotentes e arrogantes, militantes progressistas não sabem fazer outra coisa a não ser apelar para a emoção e o sentimentalismo. Jamais buscam alicerçar seus pobres argumentos deficientes em conhecimento ou fatos históricos. Quando o assunto é economia, então, a única coisa sensata a fazer é abandonar o barco quando estamos discutindo com um progressista. Quando o debate em questão trata de economia, entre militantes progressistas a irracionalidade predomina de forma aguda e irreversível.

Eles são completamente incapazes de compreender algo simples como oferta e demanda, a impossibilidade do cálculo econômico no socialismo, e as consequências atrozes que um sistema de planejamento central irão acarretar para a livre iniciativa e a produtividade econômica no mercado. De fato, nessa questão a irracionalidade predomina. Eles não sabem fazer outra coisa, a não ser vociferar repetidamente sobre como o capitalismo é ruim, e a maioria deles nem sequer sabe explicar de forma inteligível ou coerente o porquê. Pior, sequer possuem discernimento para compreender as diferentes dinâmicas do capitalismo. Não são capazes de apontar as diferenças que existem entre capitalismo de mercado e capitalismo de estado, por exemplo.

A retórica de militantes progressistas é sempre a mesma. Não aceitam que seus argumentos retrógrados, obsoletos e arcaicos são ineficientes no mundo real. Muitas de suas bandeiras são ostensivamente pérfidas e imorais, como o feminismo e as pautas LGBT. É difícil compreender porquê essa gente histérica, doutrinada e irracional prefere idolatrar bandidos, facínoras e psicopatas genocidas como Che, Lênin e Fidel do que estudar história e desenvolver suas faculdades mentais.

Da mesma forma, os militantes não suportam quando são contrariados. Quando alguém ousa contrariá-los, eles ficam histéricos e começam a chorar ou se tornam bestas agressivas e encolerizadas. A qualquer custo, persistem em insistir com suas infantis e deploráveis fantasias utópicas, porque não possuem maturidade para lidar com o mundo real. Militantes, no entanto — ostensivamente doutrinados e sempre emotivos —, acham que tem razão simplesmente porque eles sentem isso, de acordo com as suas emoções.

Militantes progressistas são como criancinhas incapazes de compreender conceitos básicos. São criaturas de mentalidade simplória, completamente incapazes de compreender as enormes complexidades e ingerências da realidade. Só sabem espernear e xingar quem expressa posições divergentes. Quem se recusa a ter o estado paternalista cuidando literalmente de todos os aspectos de sua vida — e luta de forma acirrada para ter mais autonomia e independência — será literalmente escorraçado por militantes de esquerda, criaturas que idolatram de forma quase patológica o deus-estado e o papai-governo, e anseiam arduamente que esta entidade mande incisiva e arbitrariamente na vida de todas as pessoas, suprimindo com agressividade, se necessário, a autonomia e o direito de livre escolha dos indivíduos em questões variadas.

Nas redes sociais, esse padrão de comportamento é persistente. Não que neocons estejam imunes — de forma alguma —, com relação a esse tipo de histeria coletiva. Inúmeras vezes, esses psicopatas doentes expressam o mesmo tipo de comportamento irracional deplorável.

O que pretendo salientar aqui é que é lamentável ver homens crescidos — manifestamente incapazes de cultivar virtudes como autocontrole e autodomínio — se comportando como criancinhas histéricas e irracionais, que não sabem lidar com a realidade. E então, como os adultos infantilizados que são, ficam fazendo pirraça, no seu deplorável desespero para ganhar a mamadeira ou a chupetinha estatal.

Definitivamente, as gerações mais recentes de homens que existem hoje estão entre as mais covardes da história. Em sua maioria, são homens que se comportam como moleques, adultos que agem como garotos mimados e chorões. Isso é ostensivamente lamentável, mas explica porque o ocidente se transformou em um sórdido antro de degradação, depravação, degeneração e imundície progressistas. Temos multidões de “homens” que são dependentes do deus-estado e do papai-governo para tudo. Por possuírem um medo patológico da vida, precisam desesperadamente que seus políticos de estimação favoritos os protejam da realidade.

A situação parece ser ainda mais deplorável na Europa. Lá, gerações de homens mimados e covardes — infantilizados por décadas de paternalismo estatal — preferem ser escravos que idolatram e servem aos seus algozes com brandura e subserviência do que resistir e lutar. A doutrinação no velho mundo foi tão severa e persistente, que o homem europeu comum não consegue nem mesmo perceber em que contexto ele está inserido. Ele se tornou um alienado tão dócil, foi tão habilmente domesticado, que perdeu completamente a capacidade de perceber quem são os seus inimigos. Ele idolatra o governo, venera a classe política, glorifica a ONU e não se atreve a questionar ou contestar absolutamente nada. Ele se tornou um cachorrinho servil e obediente, que adora lamber os sapatos dos seus burocratas favoritos.

Infelizmente, boa parte dos homens adultos foram totalmente emasculados por uma cultura de dócil sujeição compulsória. Infelizmente, essa doutrinação fez com que chegassem até mesmo a alimentar repulsa a masculinidade, a virilidade e a todas as virtudes necessárias e fundamentais ao homem genuíno — como autodeterminação, autonomia, liberdade e independência.

Evidentemente, a situação só chegou nesse ponto deplorável porque o homem contemporâneo — emasculado pela sórdida e degradante doutrina progressista — aceitou que lhe decepassem todas as suas qualidades masculinas. Ele se tornou uma criancinha medrosa, servil, dócil, meiga e obediente, que possui um pavor absurdo da realidade. Por essa razão, ele fica plenamente satisfeito em servir aos seus algozes e em venerar os seus políticos de estimação, já que ele morre de medo de desagradar a agenda politicamente correta.

O homem covarde tem medo de lutar e oferecer resistência. Por isso a doutrina progressista — com sua voracidade estatizante, que envolve total dominação política e hegemonia cultural —, prioriza dentre suas inúmeras pautas a emasculação do homem. Porque o homem, uma vez emasculado, se torna um covarde que não tem coragem nem audácia para se rebelar contra o sistema.

Agora parece ser um pouco tarde para reagir. Homens de fato restaram poucos. O que tem aos montes são multidões de idiotas úteis frágeis e chorões que morrem de medo de tudo, e precisam do deus-estado e do papai-governo até para limpar a própria bunda. Tomar decisões difíceis não é algo que conseguiriam fazer, lutar contra o establishment muito menos, resistir contra as perversões e depravações do mundo atual, então, é algo impensável.

O homem contemporâneo foi tão severamente doutrinado, que ele não consegue nem mesmo perceber a deplorável situação em que se encontra. Tudo o que ele sabe fazer é chorar, berrar, espernear, solicitar mais assistencialismo estatal, regulações hiperburocráticas absurdas que sufoquem ainda mais a livre iniciativa e proteção governamental para cada singular aspecto de sua vida simplória e medíocre.

Homens de fato restaram poucos. O progressismo transformou quase todos em bebês chorões.

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