Eu não sou psicólogo, nem psiquiatra. Não obstante, minha experiência pessoal ao lidar com militantes me permitiu chegar a algumas conclusões, que compartilharei nesse texto.

Uma das coisas que sempre me perturbaram profundamente na esquerda política vem do fato dos militantes serem completamente incapazes de se comportar como pessoas adultas e maduras. Na verdade, fazem exatamente o contrário. A grande maioria dos militantes — salvo raríssimas exceções — comportam-se como crianças histéricas, beligerantes e irracionais.

A prepotência e a arrogância de pensarem que estão sempre certos é uma das características mais latentes de militantes progressistas. Eles nunca expressam humildade, brandura, cordialidade, racionalidade ou qualquer tipo de qualidade. Virtudes como autocontrole e autodomínio, então, estão absolutamente fora de cogitação. Essa gente foi tão absolutamente doutrinada, que tornaram-se completamente incapazes de compreender ou aceitar opiniões, convicções e posicionamentos divergentes.

O psiquiatra americano Lyle Rossiter classifica o esquerdismo como um transtorno mental. Minha experiência com militantes, para mim, é suficiente para comprovar quão correto ele está. Essa gente histriônica, histérica e irracional é definitivamente doente, e precisaria de tratamento psiquiátrico urgente.

De fato, falo por experiência própria. Sempre fui duramente atacado e criticado nas redes sociais. Não apenas por militantes progressistas, claro, mas especialmente por eles. Vou citar uma ocorrência pessoal, um fato que aconteceu comigo. Até há alguns meses atrás, eu escrevia para um site de língua inglesa da Bélgica, dedicado exclusivamente a música (enfatizo que era um site sobre música, e não sobre política [o que também mostra o ensandecido e frenético fanatismo da esquerda, determinada a politizar absolutamente tudo]).

Por uma razão que desconheço, um colaborador do site — alguém que eu nem sequer sabia que existia — começou a chafurdar por todos os meus perfis nas redes sociais. Até que um certo dia o editor e fundador do site me enviou uma mensagem, perguntando se eu era fascista (depois enviou fotos minhas de perfil na rede social, onde estava escrito a frase “Sometimes antisocial, Always fascist”).

Eu sou um reacionário tradicionalista ultra-conservador. O indivíduo que começou toda a intriga posterior contra mim — um soyboy SJW — evidentemente não gostou do que viu nos meus perfis. Em uma página dedicada exclusivamente a comunicação entre os colaboradores do site, o indivíduo em questão rapidamente começou uma extensa e agressiva campanha difamatória contra mim. Ele começou a publicar várias postagens me atacando diretamente. Perguntou o por que eu era fascista.

O que eu pretendo ressaltar aqui, no entanto, é o comportamento do sujeito em questão. Em todas as frases que escrevia ofensas contra mim, ele demonstrava o comportamento esquerdista padrão, histérico, beligerante e irracional. Ele era colérico, furioso e agressivo; estava determinado a combater de forma persistente e aguerrida a representação do mal — no caso eu.

A beligerante irracionalidade do seu comportamento histérico era relativamente impressionante. Ele não estava nenhum pouco interessado nos meus argumentos. Ele parecia interessado apenas em me atacar e me acusar, e também em parecer justo aos demais internautas — é necessário enfatizar que essa é outra preocupação dos esquerdistas.

Como são crianças ostensivamente egocêntricas, eles precisam expor constantemente para o mundo inteiro como eles sofrem, e como eles lutam — de forma persistente, aguerrida e determinada — contra o mal. Eles precisam ter a atenção do máximo de pessoas possível, eles precisam mostrar diariamente para todos verem como eles são bondosos, graciosos e generosos, e como todos aqueles que não pensam exatamente como eles são pessoas do mal. Um pensamento ostensivamente simplório, infantil e reducionista, típico de militantes progressistas.

Ostensivamente arrogante e prepotente — de mentalidade totalitária, como todo esquerdista —, ele passou a fazer exigências descabidas, exigindo que eu deletasse do meu perfil todas as postagens que o desagradavam. Ele e outro indivíduo afirmaram que estar associado a mim manchava a reputação do site, algo que posteriormente foi desmentido pelo editor, que em uma longa postagem onde expressava sua insatisfação e descontentamento com a controvérsia, escreveu o seguinte: “I’m also very dissatisfied with you saying that being associated with Wagner keeps bands and agencies away. In five years, nobody, literally nobody has contacted me about this issue.” (Também estou muito insatisfeito com você dizendo que estar associado ao Wagner mantém bandas e agências afastadas. Em cinco anos, ninguém, literalmente, ninguém entrou em contato comigo sobre esse assunto.)

Assim que a controvérsia ganhou repercussão no grupo, o indivíduo que deu início a ela ganhou apoio de outros colaboradores do site, todos servos obedientes, em plena sujeição a ditadura do politicamente correto. De repente, eu tinha virado o vilão, o indivíduo que precisava ser eliminado, porque o meu pensamento não era compatível com o dos demais.

A arrogância do SJW em questão — pelo nome, devia ser um indivíduo alemão — era tão absurda, que quando passamos a falar sobre política, ele tentou me dar uma “aula de Brasil” como se entendesse de política brasileira mais do que eu. Era o típico militante progressista: arrogante, prepotente, histérico e irracional.

Ele chegou a escrever que Jair Bolsonaro era o político mais corrupto do Brasil. Como qualquer militante progressista, evidentemente, o passatempo favorito dele deve ser lamber a bunda do Lula (Como em uma das minhas fotos de perfil, estava escrito o slogan “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, ele julgou que eu fosse apoiador de Bolsonaro — e caso fosse, isso não seria da conta dele). Ele também chegou ao ponto de pedir para alguém traduzir diversos artigos meus, sobre política, porque ele estava determinado a verificar até onde ia o meu “extremismo”.

Além de persistir em me atacar efusivamente, o SJW em questão usou todo o tipo de falácias e ad hominem para tentar me “desqualificar” diante da sua torcida organizada. Seus “argumentos” eram vulgares e simplórias distorções genéricas, alicerçadas em deploráveis mentiras superficiais. Em uma tentativa de sacralizar a esquerda, ele chegou a escrever que todos os ditadores são de direita e só existiram ditadores de direita. Quando falei em Cuba e Venezuela, evidentemente ele rapidamente desviou do assunto, como todos os militantes progressistas fazem. Não vou nem explicar aqui quão deprimente é um europeu achar que entende de política brasileira e sul-americana. Seria praticamente impossível eu tentar reproduzir aqui a ignorância colossal dele.

Uma coisa que pude reparar, não apenas nessa ocasião, mas em todas as outras em que discuti com militantes de esquerda, é que eles — além de serem irremediavelmente doentes — são criancinhas que levam o estatismo muito a sério. Eles realmente acreditam com toda a convicção dos seus coraçõezinhos torpes, graciosos e imaturos que políticos são criaturas puras, sacrossantas, corretas, amáveis, gentis, altruístas, benévolas e abnegadas, e que é um sacrilégio criticá-los.

Se você critica a União Europeia ou a ONU, por exemplo, esses soyboys europeus ficam absurdamente revoltadinhos e encolerizados, como se dissessem “como você ousa criticar essas organizações puras e sacrossantas, cheias de pessoas amáveis, graciosas e bondosas, que tanta coisa boa tem realizado por nós?”

Esse indivíduo em questão chegou a fazer print de algumas das minhas publicações na rede social para tentar “provar” aos demais colaboradores do site que eu era um radical “extremista” e “perigoso”. Em uma delas, havia um post onde dizia “Keep Calm and Kill Communists” e na outra, similar a essa, estava escrito “Keep Calm and Kill Politicians”.

O indivíduo em questão é mais uma dessas criancinhas ingênuas e puras, que nunca ouviu falar em corrupção ativa e passiva, prevaricação, peculato, suborno, tráfico de influência, clientelismo, monopólios ou jogos de poder; são menininhos doces e puros, que ainda não abandonaram o colinho da mamãe e vivem em uma realidade paralela onde tudo é gracioso e cor de rosa. Tratam-se de indivíduos terrivelmente ingênuos — completamente destituídos de inteligência e capacidade de raciocínio —, que não fazem nem sequer a mais vaga noção da brutalidade, dos interesses e das coalizões criminosas que estão por trás do jogo político, tanto em governos quanto em organizações supranacionais.

Meu objetivo aqui é enfatizar como essas pessoas são terrivelmente doentes.
São como animais irracionais guiados por instinto e condicionamento. Vivem para venerar e idolatrar políticos; lamber os sapatos e as bundas de burocratas poderosos é o grande propósito da vida dessa gente. Eles realmente acreditam que estados, governos e organizações supranacionais estão repletas de pessoas graciosas, gentis, benévolas e generosas, que amam a humanidade, e que essas instituições existem para melhorar as nossas vidas. Portanto, nós devemos ser gratos por tudo o que essas pessoas boas e graciosas fazem por nós, e nós deveríamos obedecê-las em tudo.

Enfim, essa gente foi doutrinada de forma tão irreversível, que a obediência cega tornou-se um condicionamento irrefreável dos seus comportamentos. Da mesma forma, eles desejam impor essa obediência cega aos outros.

Esses militantes demonstram uma mistura de burrice com ingenuidade que é incompreensível para pessoas inteligentes. Tratam-se literalmente de criancinhas inocentes e ingênuas, que não entendem absolutamente nada à respeito da vida e da realidade, e estão dispostas a atacar e a criticar com mordacidade e veemência todos aqueles que não demonstram o mesmo grau de sujeição e subserviência ao establishment que eles demonstram.

Eles veneram políticos, o aparato estatal e a burocracia governamental de uma forma histriônica e desmesurada, e desejam que todas as pessoas demonstrem o mesmo nível de frenética e irracional adoração que eles dedicam ao sistema.

Militantes progressistas são como criancinhas que possuem um medo patológico da vida, do mundo e de responsabilidades, e por isso precisam desesperadamente do deus-estado e do papai-governo para conseguir lidar com a realidade. Como tem um pavor desmesurado da liberdade, da autonomia e da independência, eles querem impossibilitar todas as pessoas de usufruirem da vitalidade dessas virtudes, indispensáveis a felicidade dos seres humanos. Eles simplesmente não querem ver ninguém exercendo o pleno controle da própria vida. Eles desejam arduamente que todas as pessoas demonstrem o mesmo nível de dependência — e adoração — que eles em relação ao sistema.

Fora do seu grupinho, da sua turminha, da sua torcida organizada, um indivíduo como esse que se deu o trabalho de organizar uma controvérsia contra mim — como todo SJW — é simplesmente um coitado. Eu tenho a realidade do meu lado. Não sou eu que vivo para lamber a bunda de políticos e burocratas. Não sou eu um autômato doutrinado politicamente correto, idólatra e subserviente. Não sou eu que me comporto como um criancinha histérica e irracional nas redes sociais.

Eu me comporto como um homem adulto e maduro, cultivo virtudes como autocontrole e autodomínio (ao menos eu tento). Não acredito em políticos e burocratas, muito menos em organizações criminosas como a União Européia e a ONU. Eu não sou um soyboy SJW progressista, feminista, domesticado e infantilizado pelo sistema. Eu posso encarar o mundo e a realidade de frente, sem precisar do estado-babá e de políticos de estimação.

Evidentemente, ninguém ficou ao meu lado. Teve apenas uma pessoa que escreveu que eu não deveria sofrer consequência nenhuma, já que o site em questão era sobre música e não sobre política. Me ofereceram a possibilidade de continuar no site se eu deletasse o “material extremo” de todos os meus perfis; ou seja, tudo aquilo que desagrada a esquerda. É claro que eu não aceitei. Aceitar isso seria aceitar ser dominado pela esquerda.

A esquerda nunca me controlou e nunca vai me controlar. Eu abomino a ditadura do politicamente correto, os soyboys afeminados e a sua cultura progressista satânica, depravada e ditatorial. Enquanto eu viver, eu vou lutar ativamente para que essa bestialidade satânica deixe de existir. Um dos progressistas doentes me acusou de estar revivendo a “cultura do macho”. Algo que para europeus progressistas afeminados deve ser verdadeiramente terrível.

Para os homens europeus emasculados — completamente domesticados pela cultura progressista institucionalizada —, deixar de ser uma criança histérica e ter que agir como homem maduro deve ser algo realmente inconcebível. Esse mesmo coitado ainda teve a coragem de dizer que a Europa é primeiro mundo porque lá eles praticam e valorizam o socialismo. Por essa frase, é possível perceber o grau irremediável de alienação dessas criancinhas doutrinadas. Não vai ser difícil para os muçulmanos, em pouco tempo, tomarem conta da Europa inteira.

Precisamos acabar com o progressismo o mais rápido possível. É uma enfermidade detestável, disfarçada de seita política. Essa deplorável doença mental promove a emasculação e a infantilização do homem, além de deixá-lo completamente submisso e dependente de um sistema sórdido, decrépito, depravado e desprezível. É a estadolatria potencializada como uma patologia mental grotesca e beligerante, de natureza irremediavelmente totalitária, que deseja eliminar completamente tudo aquilo que lhe faça resistência ou oposição.

O progressismo é uma doença mental. Lyle Rossiter está totalmente correto.

Comente! Apreciamos qualquer feedback 👌

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.