Há muito tempo afirmo que um dos grandes problemas que acometem o Brasil atual vem do fato de nunca ter existido em nosso país uma direita detentora de uma agenda verdadeiramente insurgente, reacionária, radical e intransigente. Foi a completa e total ausência de uma direita dessa estirpe que permitiu ao nosso país chegar ao fundo do poço, e atingir esse nível deplorável de miséria, degradação e degeneração que se encontra hoje. Foi a tolerância com a esquerda progressista e a sua deplorável agenda de degradação e degeneração compulsória que geraram gradualmente todos os problemas dos quais sofremos hoje. Ditadura progressista, tirania feminista e LGBT, desarmamento da população, pobreza e miséria generalizadas, estado soviético, impostos excruciantes, carga tributária brutal, o segundo congresso mais caro do mundo, e por aí vai. Nosso país é um irremediável antro de degeneração.

Nosso país está saturado de homens fracos, covardes e moralmente entorpecidos, por isso chegamos nesse ponto deplorável da história. A tolerância com o mal — que é sempre cúmplice da covardia, da conivência moral e da letargia — é a origem de todos os grandes problemas que acometem o mundo contemporâneo, principalmente países como o Brasil. Isso vem do fato de que nunca houve resistência verdadeira contra a tirânica e degradante agenda progressista. Se houvesse, não teríamos chegado nesse ponto.

A tolerância foi o que efetivamente soterrou o nosso país na irreversível estagnação do populismo democrático, de uma forma tão contundente, que hoje não conseguimos ver uma saída palatável para todos os imensuráveis problemas que nos afligem verticalmente pela tirania democrática, pela demagogia progressista e pelas oligarquias políticas que mantém o povo brasileiro escravo de um status quo ostensivamente pernicioso, maligno, deplorável e degradante.

O que temos hoje no Brasil “antagonizando” a esquerda progressista é uma direita neocon pró-establishment, que não apenas venera e idolatra políticos, como participa com veemência e entusiasmo do jogo democrático. Em sua maioria, são um bando de crianças medrosas e melancólicas, que vivem presos na falaciosa ilusão de que o sistema democrático um dia poderá libertá-los, e produzir resultados que serão favoráveis a causa tradicionalista e conservadora. Essa é uma ilusão tão deplorável quanto infantil, e só poderia ser produto da ridícula e fútil mentalidade neocon, que — com o seu irracional e desmesurado louvor por políticos, realmente acredita que burocratas do estado se importam com a população —, e se comporta exatamente da mesma maneira que os psicopatas de esquerda, sempre com um comportamento histérico e irracional. Esse bando de crianças carentes desesperadas por atenção não irão promover resgate ou salvação. Muito pelo contrário. Eles são parte do problema.

Na verdade, a direita neocon pró-establishment deve ser encarada como parte da enfermidade que enfrentamos. Ela não serve para absolutamente nada. São apenas um bando de moleques retardados, inúteis e alienados, desesperados em louvar, venerar e agradar os seus políticos de estimação. Bebês que precisam desesperadamente da tutela, da chupetinha e da mamadeira estatal. Militantes profundamente doutrinados que possuem um medo patológico da vida, da liberdade e de responsabilidades, e precisam desesperadamente do colinho do deus-estado e do papai-governo para se sentirem seguros. Exatamente como os militantes de esquerda, essas crianças foram igualmente idiotizadas, doutrinadas e infantilizadas pelo sistema. Não são homens de verdade, com capacidade de tomar decisões críticas e assumi-las até as últimas consequências, que é exatamente o que o país precisa nesse momento de histriônica globalização tirânica, que tenta impor pautas políticas progressistas de maneira autoritária e vertical sobre todo o ocidente.

A algumas semanas atrás, a prefeitura de São Paulo aprovou uma lei que autoriza o estado a fechar estabelecimentos acusados de homofobia. E o que a direita neocon pró-establishment fez? Absolutamente nada. Como um cãozinho dócil e subserviente — que graciosamente coloca o rabinho entre as pernas —, a direita neocon pró-establishment ignorou esse fato, porque não tem coragem nenhuma para combater a tirania progressista.

Por isso digo, e reafirmo. A direita neocon pró-establishment, além de covarde e submissa, é burra. Não é possível combater a autoritária, histérica e tirânica esquerda progressista através da democracia. Muitas dessas criancinhas votaram em Bolsonaro achando que de alguma forma ele poderia oferecer resistência à ditadura do politicamente correto, ou até mesmo desmantelar a tirania progressista. Só que em um sistema político como o nosso — onde os governos municipais e estaduais tem plena autonomia para fazer o que quiserem —, a suposta autoridade presidencial não passa de um deplorável fetiche simbólico. A autoridade presidencial é saturada de restrições e limitações, que na prática lhe conferem pouquíssimos poderes. Bolsonaro não vai fazer nada, porque a democracia não permite que ele faça coisa nenhuma. A democracia favorece apenas o status quo progressista.

Além do mais, a democracia não pode funcionar por outro motivo muito nefasto. A cada geração que passa, a janela de Overton se desloca sempre para a esquerda. Isso ocorreu de forma tão extrema nas últimas décadas, que até mesmo a direita contemporânea absorveu deploráveis conceitos socialistas — como ser favorável a políticas públicas e ao estado de bem-estar social — e nem poderia mais ser reconhecida como direita de facto. Além do mais, ela absorveu todos os vícios e vaidades da esquerda, de maneira que, com exceção das pautas relacionadas a costumes sociais, quase não há distinção alguma entre esquerda e direita. Exceto por algumas diferenças superficiais, elas são basicamente a mesma coisa. Não diferem em nada, especialmente em assuntos como economia, políticas de estado e relações internacionais.

A verdade é clara, e muito simples. Não podemos vencer a tirania e o autoritarismo progressista através da democracia. Isso é uma ilusão de criancinhas dóceis e submissas, politicamente idiotizadas. O que precisamos é de radicalização total. Precisamos atacar o marxismo, o progressismo, a cultura da inversão de valores, a imposição da normalização do homossexualismo, o feminismo, a ditadura do politicamente correto e todas as demais depravações esquerdistas de forma voraz, contundente e implacável, sem oferecer quaisquer concessões. Ao contrário do que a direita neocon pró-establishment pensa, não se vence o inimigo fazendo carinho nele. Enquanto nós estamos aqui discutindo, a esquerda está ganhando terreno. Precisamos atacá-la com mordacidade, sem clemência nem misericórdia. O que precisamos é de estratégias efetivas no médio e no longo prazo, que possam destroçar de maneira contundente a esquerda política, bem como todas as suas políticas abomináveis, autoritárias, execráveis, imorais e degradantes.

Rebelião e desobediência civil são recursos que devem ser amplamente promovidos e difundidos. Ninguém deve ser forçado a se curvar diante das imposições malignas e histriônicas das tirânicas e depravadas degradações esquerdistas.

Precisamos de uma política de retaliação. Tudo o que fizerem contra nós, nós vamos fazer contra eles. Agora é a hora em que precisamos ser mais ostensivamente reacionários do que nunca. Chegou o momento do homem branco, cristão, tradicionalista e conservador se libertar e lutar. A escravidão política e cultural imposta pela tirania progressista precisa ser brutalmente desmantelada, assim como a cultura da servidão e da submissão. Da mesma forma, todo o establishment político deve ser considerado nosso inimigo. Eles não lutam por nós, portanto estão contra nós, da mesma forma que os homens brancos de esquerda também devem ser considerados nossos inimigos, todos eles. E devem, portanto, ser sumariamente eliminados.

Eles persistem diariamente em nos colocar em uma condição de irreversível servidão, submissão e subserviência, como contribuintes sorridentes e felizes — que tem a obrigação de sustentar a elite política e os marajás do estado pagando impostos excruciantes, e através de impostos, financiar políticas progressistas projetadas para nos regular e oprimir —, e no entanto, não devemos nem mesmo opinar ou expressar a nossa insatisfação.

Por essa razão não podemos nem devemos perdoar essas criaturas sórdidas, satânicas, deploráveis e desprezíveis. EU NÃO VOU VIOLAR A MINHA CONSCIÊNCIA CRISTÃ PARA AGRADAR INDIVÍDUOS DEPRAVADOS, SATÂNICOS, DESPREZÍVEIS E MALIGNOS. Toda a depravada e maléfica agenda de degradação e degeneração compulsória da esquerda deve ser radicalmente repudiada, vilipendiada, desprezada e destruída.

Quem construiu toda a civilização ocidental foi o homem branco, cristão, tradicionalista e conservador. Agora, fomos relegados a uma condição de servidão restritiva, expulsos da equação política, e tudo aquilo que construímos e edificamos com laborioso trabalho honesto foi surrupiado de nós, expropriado por aviltantes plutocracias políticas de parasitas ligados ao grande sistema financeiro internacional. Eles nos jogam migalhas, e querem que fiquemos exultantes e contentes com isso.

E como se isso não fosse humilhante o suficiente, ainda tentam nos subjugar diante das aristocracias progressistas — igualmente financiadas por eles —, para nos escravizar e nos subjugar diante de uma cultura de degradante perversão, depravação, imoralidade e iniquidade, que pretende suprimir o pouco de expressividade, liberdade e autonomia que ainda nos resta.

Não podemos perdoá-los, jamais!! Todos eles são nossos inimigos, e precisam ser radicalmente eliminados. Nada de acordos com militantes progressistas ou com a esquerda política. Para a edificação de uma sociedade cristã, salutar, moralmente íntegra, correta e edificante, precisamos acabar com essa doença degradante e deplorável de uma vez por todas.

Não podemos fazer acordos ou praticar a tolerância. Depois da erosão cultural e social praticada contra a civilização ocidental, e de todas as políticas ofensivas e arbitrárias executadas unicamente com o objetivo de sujeitar o homem branco, cristão, tradicionalista e conservador a uma condição maléfica de servidão compulsória, a única política aceitável é a da retaliação. De preferência, uma que seja fulminante, inclemente, violenta e mordaz.

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