O processo de efeminização do homem — a denúncia da “masculinidade tóxica” como um suposto perigo contra o qual todos nós devemos lutar —, tem suas origens em um sistema de engenharia social, que pretende tornar o homem uma criatura efetivamente dócil e submissa, com o claro objetivo de dilacerar sua resistência contra o sistema. Um deplorável processo de despersonalização infecta o tecido social, com o propósito de divorciar o homem de suas atribuições naturais e de sua masculinidade intrínseca. Esse processo foi deflagrado e está em andamento porque o homem dócil e submisso torna-se essencialmente um covarde, que não oferece resistência nenhuma contra os seus algozes, e aceita tranquilamente ser dominado, governado, controlado por terceiros. Desprovido de sua masculinidade, de sua virilidade, de sua audácia, coragem e bravura, entre outras virtudes intrinsecamente necessárias, o homem fica reduzido a uma criatura covarde que tem medo de reivindicar sua autonomia e independência, e o controle sobre a própria vida.

DFG 2

Impreterivelmente, justamente em virtude deste fato — que está sendo aplicado há décadas, embora tenha se acentuado de forma vigorosa mais recentemente, tendo se tornado sistêmico —, vivemos em uma era trágica e problemática, que foi lamentavelmente, porém corretamente denominada de geração “floco de neve”, por estar saturada de homens que se ofendem com tudo, que choram por qualquer motivo, que tem um medo crônico da vida e de responsabilidades, que precisam da mamãe para resolver os seus problemas, que ficam desesperados para se refugiar da realidade nos braços do deus-estado e do papai-governo, que cultivam políticos de estimação para protegê-los das ameaças “sórdidas” e “fatalistas” do capitalismo “opressor”, que choram porque palavras machucam, ficam ofendidinhos com publicações em redes sociais e se ofendem com o “fascismo” que só existe nas férteis imaginações de suas cabeças desocupadas e altamente doutrinadas.

Seria cômico se não fosse trágico, muito trágico. Vivemos na era do homem mimado, covarde e chorão, que chora por tudo, e está em constante necessidade da chupetinha político-partidária-ideológica para acalmá-lo e mitigar suas inquietações, porque o mundo não é aquela fantasia colorida e resplandecente que ele gostaria que fosse. A realidade é dura, cruel e brutal e a geração floquinho de neve precisa desesperadamente ser protegida de tudo.

O processo de infantilização, degradação e efeminização do homem — arregimentado para torná-lo uma criatura infantil e dependente — é tão deplorável quanto sinistro. O homem não pode ser divorciado de sua masculinidade ou de suas atribuições masculinas, tampouco deve-se condená-las. Elas são inerentes à própria essência da natureza masculina. E isso nada tem de truculência ou brutalidade. O homem deve ser naturalmente corajoso e protetor. “Masculinidade tóxica” não existe, é um fetiche progressista criado deliberadamente para privar o homem de suas qualidades masculinas, e afeminá-lo para torná-lo dócil e subserviente a um novo sistema de dominação política e social, deixando-o suficientemente constrangido a seguir sem contestar a ditadura do politicamente correto. É uma forma de controle e engenharia social, que tem por objetivo ditar padrões e controlar o comportamento das pessoas.

É fundamental se rebelar contra tão nefasto e degradante sistema de engenharia comportamental, deliberadamente arregimentado para destruir todas as virtudes masculinas. O homem não tem nem deve ter absolutamente nada de feminino. Ele deve ser o que foi criado por Deus para ser, viril, autossuficiente, sensato, ponderado, corajoso, trabalhador, autônomo, no pleno comando de sua vida e de suas faculdades mentais, sem depender de deuses políticos ou de fantasias ideológicas. O homem virtuoso rejeita o mundo moderno e as vaidades fúteis e deploráveis da contemporaneidade, pois ela são o cadafalso da ruína, buscam sua destruição, e acima de tudo, querem afastá-lo de Deus.

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